Há pouco tempo eu estava folheando uma revista onde o autor analisava as 20 melhores cidades do Brasil para se residir. A análise tinha como referencial o clima, custo de vida, nível de criminalidade, transportes públicos, assistência médica e outros fatores. Ao ler aquele artigo fiquei pensando: de forma semelhante, igrejas também podem ser analisadas pela sua eficiência em ministrar ao seu público, sua ação na comunidade, enfim, a saúde da sua funcionalidade. Porém, antes que você comece a protestar pela impropriedade de tal análise em relação às igrejas, vale a pena reler Apocalipse 1-3 sobre a análise de Deus sobre a real situação das sete igrejas da Ásia Menor.
Independentemente daquilo que eu e você possamos concordar ou não, o fato é que as pessoas quando se aproximam de uma congregação local elas percebem a atmosfera daquela igreja nos primeiros 5 a 10 minutos da sua primeira visita. Talvez essas pessoas nem sequer possam articular em palavras como foi que elas chegaram a tais conclusões, mas o fato é que essas pessoas estão tomando decisões se irão ou não voltar no próximo domingo.
Há mais de doze anos venho estudando e pesquisando o impacto de uma igreja local sobre uma pessoa que visita a igreja pela primeira vez. Permita-me dar-lhe alguns elementos que essas pessoas estão buscando numa igreja.
1. Elas querem sentir a presença de Deus
As pessoas esperam que Deus “venha” para a igreja. Eu gostaria de poder definir com exatidão o que as pessoas estão realmente buscando. Mas não posso. Penso que é como o belo, você sabe e pode reconhecer quando está diante dele, mesmo sem conseguir definir em palavras.
Há pouco tempo uma pessoa assim definiu a sua visita numa igreja em que ela nunca anteriormente havia visitado: “Quando ali entrei, havia uma atmosfera de antecipacão no ar; era como se algo marcante fosse acontecer nos próximos minutos. Havia uma marcante, doce e maravilhosa presença de algo muito especial naquele lugar.”
Da mesma maneira que as pessoas sentem a presença do mal, elas também sentem a presença de Deus. Para algumas pessoas que ainda não tiveram um encontro real com Deus, esta singular característica pode determinar a escolha da igreja que elas irão frequentar. Quero lhe relembrar que experimentar, provar o sobrenatural é uma característica marcante e de alta prioridade na nossa sociedade contemporânea.
2. Elas querem que as pessoas se importem com elas
Algumas igrejas – a bem da verdade, muito mais que “algumas” – são altamente centralizadas em si mesmas. Porém, outras são exatamente o contrário e torna-se muito fácil estabelecer a distinção entre ambas.
Nos últimos dez anos, quando visito uma igreja onde nunca estive, tenho por hábito tirar o meu “chapéu” de pastor, de líder, de cristão e quando adentro pela porta coloco o meu chapéu de pecador sem Cristo, de alguém desesperadamente necessitado de uma palavra amiga, de ser aceito incondicionalmente, mas com tristeza – confesso – não é isso que encontro nas igrejas. O que vejo, via de regra, após os cultos, são os crentes festivamente se confabulando com outros crentes; e eu, que tenho um vácuo profundo na minha alma, não recebo por parte de ninguém uma palavra genuína de interesse ou aceitação. O que recebo, às vezes, são manifestações superficiais, em que me mandam levantar, dizer o meu nome (como se realmente eles estivessem interessados) e, constrangido, fico desapontado pela insensibilidade das pessoas que estão à frente. Saio dali com a certeza e a decisão tomada de nunca mais voltar àquele lugar.
Porém, em contraste, igrejas que realmente se interessam pelas pessoas novas que delas se aproximam, são aquelas que se empenham em preencher as necessidades das pessoas, sejam estas quais forem. Essas igrejas têm uma abordagem com o potencial de mudar qualquer pessoa, tal é a força e exuberância de seu impacto. Essas igrejas falam pouco ou quase nada sobre seus programas, ministérios a não ser que realmente estes venham ajudar aquelas pessoas novas que estão se aproximando.
3. Elas querem entender a terminologia das igrejas
Igrejas sadias falam em termos que qualquer pessoa possa entender. Elas fazem um esforço deliberado de traduzir a terminologia religiosa para a linguagem do dia a dia em vez de repetir chavões que só fazem lembrar aos de fora que realmente eles “são de fora”. Uma pessoa do “lado de dentro” pode muito bem saber o que é uma “classe de catecúmenos”, mas dúvido que uma pessoa do lado de fora possa saber o que essa palavra estranha realmente significa. Uma pessoa do lado de dentro sabe muito bem que “reavivamento” pode significar uma série de cultos que será realizado em alguns finais de semana, mas uma pessoa do lado de fora, não tem a mínima idéia do sentido dessa palavra.
São muitas as igrejas que fazem questão de colocar no boletim que o pastor vai pregar um “sermão.” Ora, sermão é uma palavra com alto poder negativo, isso porque ninguém gosta de ouvir um “sermão.” E constantemente vemos pessoas dizerem: “Lá vem você de novo me pregar um sermão!” Não seria mais fácil a comunicação se substituíssemos sermão por “mensagem”? Aliás, na igreja nós afirmamos historicamente uma mensagem de Boas Novas e não um sermão.
Bem aventuradas são as igrejas onde as pessoas podem entender aquilo que está sendo comunicado!
4. Elas querem identificação
Logo que entramos numa sala onde não conhecemos ninguém, a nossa ação natural é olhar ao redor para ver quem são essas pessoas e com quem elas se parecem. Nosso nível de conforto ou desconforto pode ser alto ou baixo dependendo de quão rapidamente seja a nossa identificação com as pessoas que ali estão. Se uma sala está cheia de mulheres, um homem imediatamente pensa: “Eu estou no lugar errado.” Num lugar onde todas as pessoas são jovens e se vestem de maneira casual, uma pessoa de paletó e gravata irá sentir que está fora de lugar.
Uma igreja que realmente quer identificar-se com o público que deseja alcançar, certamente terá os seus desafios, mas o fato é que até mesmo coisas pequenas, e aparentemente insignificantes, passam a ter importância fundamental. Ver uma pessoa que de alguma forma se assemelha com meu estilo e se veste como eu e essa pessoa está lá em cima na plataforma...essa igreja passa a se identificar e promover uma atmosfera convidativa que pode gerar aproximação e abertura para uma real comunicação do evangelho.
5. Elas estão buscando por igrejas que lidam com problemas de uma maneira sadia
Frequentemente você pode dizer muito mais a respeito de uma igreja sobre a maneira como ela lida com problemas do que como ela lida com sucessos. Isso é fácil de avaliar uma vez que todas as igrejas – sem exceção – todas elas têm problemas.
O que acontece quando o sistema de som insiste em emitir aquele som explosivo e irritante ou simplesmente desaparece e tudo agora é silêncio? De que maneira o pastor responde a uma criança de dois anos de idade que insiste em atrapalhar o culto? O pessoal do berçario se desculpa e oferece soluções ou se mantém numa atitude defensiva quando eles não conseguem achar a sua bolsa de fraldas? Quando a igreja está no vermelho em seu orçamento, a liderança passa a apontar dedos, lançar culpa ou nasce um movimento de oração e um novo espírito de generosidade?
O que torna uma igreja sadia não é a ausência de problemas, mas sim como os problemas são encarados.
6. Senso de Expectativa
Ouça as conversações que tomam lugar nos corredores, na frente ou entre os bancos das igrejas e você irá decidir se o verbo que as pessoas estão usando está no passado, presente ou futuro. A maioria das igrejas sadias são igrejas que têm os seus olhos no futuro e no futuro elas colocam a sua esperança. Elas estão muito em sintonia com aquilo que Tomas Jefferson afirmou certa vez: “Eu gosto muito mais dos sonhos do futuro do que a história do passado”. Essas igrejas estão permeadas pela expectativa da ação e visitação de Deus em seu futuro.
A maioria das pessoas que vêm à igreja no domingo são pessoas que se sentem emocionalmente espancadas de segunda a sábado; decididamente elas não estão esperando por mais uma nova seção de espancamento no domingo. Elas vêm à igreja para serem encorajadas e curadas. Elas querem ouvir as Boas Novas de Jesus Cristo. Elas querem ouvir que existe um Deus, um Deus que delas não se esqueceu e um Deus que irá abençoá-las no futuro.
A igreja que verdadeiramente crê, e diz que “por causa de Jesus Cristo o melhor ainda está por vir”, é a igreja que respira espiritualmente um ar sadio.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Jesus Viria a este culto? - Pr. Philip Yancey
Por todo o mundo, Deus se move de forma misteriosa.
Viajar me dá a oportunidade de ver um pouco de vários tipos de igrejas. Lembro do primeiro culto ortodoxo russo de que participei. O objetivo era expressar o mistério e a majestade. Tem a duração de três a quatro horas e as pessoas possuem toda liberdade para entrar e sair na hora que quiserem. Ninguém convida os participantes a saudarem os que estão à sua volta com “a graça e a paz”, nem mesmo com um sorriso. Todos ficam em pé – não há bancos – observam os profissionais, que são mesmo, muito profissionais. Não entendi uma palavra sequer, mas depois fiquei sabendo que ninguém entendeu: os cultos russos são celebrados em eslavônico antigo, língua que apenas os sacerdotes conhecem. No Egito, participei de um culto dirigido em copta, língua que nenhum dos sacerdotes falava.
Enquanto que nos Estados Unidos os editores lançam uma nova versão da Bíblia, mais ou menos a cada seis meses, em grande parte do mundo os fiéis não entendem uma palavra sequer do que é lido no púlpito. As igrejas dos Estados Unidos, na tentativa de atingir a sensibilidade das pessoas, chegam a programar cultos destinados a faixas etárias específicas, como as “igrejas geração X”, que se reúnem em galpões ou shopping centers vazios. Dispensam as formalidades e reduzem o culto a músicas de louvor, anúncios, e a “palavra”. Algumas inovam com teatro ou “lições objetivas” que fazem a Bíblia ganhar vida. Já vi cerca de mil jovens presos às palavras do pastor que jogava sangue sobre um “sacerdote” a caráter, que segurou uma pilha de madeira durante todo sermão para demonstrar a tarefa dos levitas.
Sendo um dos países mais religiosos do mundo, os Estados Unidos oferecem opções para todos. Algumas igrejas armênias dirigem o culto na mesma língua e estilo que usavam há um milênio. Em uma igreja cristã reformada perto de Chicago, perguntei se poderia pregar na plataforma e não no púlpito elevado. A reação foi de choque, como se eu tivesse pedido para pregar só com as roupas de baixo. No Colorado, meu pastor caminha pela plataforma, vestindo jeans e uma camisa pólo.
Visitei, em uma pequena vila nas Filipinas, uma igreja ao ar livre, construída com varas e sapê. Porcos e galinhas tinham toda liberdade para passar. Um casal de missionários escoceses idosos havia estabelecido dezenas de igrejas semelhantes nas montanhas remotas. Fundadas segundo o modelo da Irmandade de Plymouth, não tinham pastores – na verdade, a maioria daqueles crentes não tinha a menor idéia de que em outros lugares do mundo os cristãos contratam profissionais para dirigir o culto.
Para mim, a Europa é o local onde o culto é mais deprimente. As catedrais magníficas atraem multidões de turistas e pouquíssimos crentes. Em Praga, cidade natal do grande reformador Jan Hus, fui a uma das poucas igrejas evangélicas, que se reúne no salão de conferências de um hotel. A igreja de Hus é atualmente um museu, raramente usado. A igreja de João Calvino ainda domina o cenário em Genebra, mas a maioria dos suíços a considera uma relíquia, não uma fonte de sustento e vida. Até em Roma os cafés atraem mais pessoas nas manhãs de domingo do que as igrejas.
No Japão, uma congregação de 200 membros já é uma megaigreja. Conheci adultos convertidos que iam à igreja, e depois a Cristo, porque queriam exercitar o inglês ou aprender a tocar piano. À medida que a cultura ocidental abandona sua herança cristã, a asiática a adota, acumulando orquestras sinfônicas, colecionando nossa arte e, em alguns casos, abraçando nossa fé.
Uma professora, minha amiga, dá aulas na região norte de Chicago. Ela me disse que os alunos judeus e protestantes não conhecem mais os nomes bíblicos, como Sansão e Daniel. Os coreanos conhecem.
Aprendi a ver força, e também confusão, nesses vários estilos de culto. Por exemplo, alguns missionários criticam o culto russo por ser distante e impessoal. Porém, durante o regime comunista, em que não havia lugar para Deus, a igreja ortodoxa continuou a colocar Deus no centro e sobreviveu ao ataque ateísta mais violento de toda a história.
De toda forma, como devemos parecer estranhos para quem tenta compreender nossa fé com base em traços diversos. Todas as igrejas – da sacramental a “ao gosto do freguês” – têm sua lógica interna, e de modo misterioso, todas estão ligadas a um rabino palestino que pregava em sinagogas ou em campos.
Minhas viagens levaram-me a algumas conclusões. Primeiro, pouca gente nas igrejas parece estar gostando do que faz ali. Segundo, o cristianismo costuma manifestar seu lado melhor quando é uma fé minoritária. Vejo mais unidade e criatividade em lugares como o Reino Unido e a Austrália, onde os cristãos têm pouca esperança de afetar a cultura e, por isso se concentram em amar uns aos outros e adorar da forma correta. Terceiro, Deus “se move” de formas misteriosas. Para visitar as igrejas florescentes da época do apóstolo Paulo, é necessário contratar um guia muçulmano ou um arqueólogo. A Europa ocidental, onde ficava o Sacro Império Romano e onde aconteceu a Reforma, é hoje um dos lugares menos religiosos da terra. Na América Latina, enquanto os católicos pregavam a “opção preferencial de Deus pelos pobres”, os pobres adotaram o pentecostalismo. Enquanto isso, o maior reavivamento numérico já acontecido na história tem lugar na China, um dos últimos Estados ateus e um dos mais opressivos. Não dá para entender.
Copyright © 2008 by Christianity Today International.
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Fonte: Revista Cristianismo Hoje
Viajar me dá a oportunidade de ver um pouco de vários tipos de igrejas. Lembro do primeiro culto ortodoxo russo de que participei. O objetivo era expressar o mistério e a majestade. Tem a duração de três a quatro horas e as pessoas possuem toda liberdade para entrar e sair na hora que quiserem. Ninguém convida os participantes a saudarem os que estão à sua volta com “a graça e a paz”, nem mesmo com um sorriso. Todos ficam em pé – não há bancos – observam os profissionais, que são mesmo, muito profissionais. Não entendi uma palavra sequer, mas depois fiquei sabendo que ninguém entendeu: os cultos russos são celebrados em eslavônico antigo, língua que apenas os sacerdotes conhecem. No Egito, participei de um culto dirigido em copta, língua que nenhum dos sacerdotes falava.
Enquanto que nos Estados Unidos os editores lançam uma nova versão da Bíblia, mais ou menos a cada seis meses, em grande parte do mundo os fiéis não entendem uma palavra sequer do que é lido no púlpito. As igrejas dos Estados Unidos, na tentativa de atingir a sensibilidade das pessoas, chegam a programar cultos destinados a faixas etárias específicas, como as “igrejas geração X”, que se reúnem em galpões ou shopping centers vazios. Dispensam as formalidades e reduzem o culto a músicas de louvor, anúncios, e a “palavra”. Algumas inovam com teatro ou “lições objetivas” que fazem a Bíblia ganhar vida. Já vi cerca de mil jovens presos às palavras do pastor que jogava sangue sobre um “sacerdote” a caráter, que segurou uma pilha de madeira durante todo sermão para demonstrar a tarefa dos levitas.
Sendo um dos países mais religiosos do mundo, os Estados Unidos oferecem opções para todos. Algumas igrejas armênias dirigem o culto na mesma língua e estilo que usavam há um milênio. Em uma igreja cristã reformada perto de Chicago, perguntei se poderia pregar na plataforma e não no púlpito elevado. A reação foi de choque, como se eu tivesse pedido para pregar só com as roupas de baixo. No Colorado, meu pastor caminha pela plataforma, vestindo jeans e uma camisa pólo.
Visitei, em uma pequena vila nas Filipinas, uma igreja ao ar livre, construída com varas e sapê. Porcos e galinhas tinham toda liberdade para passar. Um casal de missionários escoceses idosos havia estabelecido dezenas de igrejas semelhantes nas montanhas remotas. Fundadas segundo o modelo da Irmandade de Plymouth, não tinham pastores – na verdade, a maioria daqueles crentes não tinha a menor idéia de que em outros lugares do mundo os cristãos contratam profissionais para dirigir o culto.
Para mim, a Europa é o local onde o culto é mais deprimente. As catedrais magníficas atraem multidões de turistas e pouquíssimos crentes. Em Praga, cidade natal do grande reformador Jan Hus, fui a uma das poucas igrejas evangélicas, que se reúne no salão de conferências de um hotel. A igreja de Hus é atualmente um museu, raramente usado. A igreja de João Calvino ainda domina o cenário em Genebra, mas a maioria dos suíços a considera uma relíquia, não uma fonte de sustento e vida. Até em Roma os cafés atraem mais pessoas nas manhãs de domingo do que as igrejas.
No Japão, uma congregação de 200 membros já é uma megaigreja. Conheci adultos convertidos que iam à igreja, e depois a Cristo, porque queriam exercitar o inglês ou aprender a tocar piano. À medida que a cultura ocidental abandona sua herança cristã, a asiática a adota, acumulando orquestras sinfônicas, colecionando nossa arte e, em alguns casos, abraçando nossa fé.
Uma professora, minha amiga, dá aulas na região norte de Chicago. Ela me disse que os alunos judeus e protestantes não conhecem mais os nomes bíblicos, como Sansão e Daniel. Os coreanos conhecem.
Aprendi a ver força, e também confusão, nesses vários estilos de culto. Por exemplo, alguns missionários criticam o culto russo por ser distante e impessoal. Porém, durante o regime comunista, em que não havia lugar para Deus, a igreja ortodoxa continuou a colocar Deus no centro e sobreviveu ao ataque ateísta mais violento de toda a história.
De toda forma, como devemos parecer estranhos para quem tenta compreender nossa fé com base em traços diversos. Todas as igrejas – da sacramental a “ao gosto do freguês” – têm sua lógica interna, e de modo misterioso, todas estão ligadas a um rabino palestino que pregava em sinagogas ou em campos.
Minhas viagens levaram-me a algumas conclusões. Primeiro, pouca gente nas igrejas parece estar gostando do que faz ali. Segundo, o cristianismo costuma manifestar seu lado melhor quando é uma fé minoritária. Vejo mais unidade e criatividade em lugares como o Reino Unido e a Austrália, onde os cristãos têm pouca esperança de afetar a cultura e, por isso se concentram em amar uns aos outros e adorar da forma correta. Terceiro, Deus “se move” de formas misteriosas. Para visitar as igrejas florescentes da época do apóstolo Paulo, é necessário contratar um guia muçulmano ou um arqueólogo. A Europa ocidental, onde ficava o Sacro Império Romano e onde aconteceu a Reforma, é hoje um dos lugares menos religiosos da terra. Na América Latina, enquanto os católicos pregavam a “opção preferencial de Deus pelos pobres”, os pobres adotaram o pentecostalismo. Enquanto isso, o maior reavivamento numérico já acontecido na história tem lugar na China, um dos últimos Estados ateus e um dos mais opressivos. Não dá para entender.
Copyright © 2008 by Christianity Today International.
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Fonte: Revista Cristianismo Hoje
A Igreja Local - Pr. Rick Warren
Passos para renová-la.
Nos últimos três anos, tenho repetido que creio que Deus está preparando a igreja para outra reforma. A primeira reforma pôs o foco no que a igreja cria; agora o foco estará no que ela faz.
Temos separado por muito tempo a Palavra de Deus da obra de Deus. Como igreja, somos chamados para ser o corpo de Cristo – o corpo todo. Não somos chamados para ser apenas a boca de Cristo, mas os pés e as mãos também.
Toda vez que acontece uma reforma, seis renovações a antecedem. O despertamento e a reforma da igreja global começarão com igrejas como as nossas. Os seis passos listados abaixo precederão este movimento em nossas igrejas.
1. Renovação pessoal: Ela começa com o coração. Se Deus for renovar sua igreja, ele começará com a sua e depois continuará com o resto da igreja. Desafie sua igreja à renovação da sua vida e a estar cheia do Espírito. Eis o divisor de águas: você precisa amar a Jesus novamente. Sua vida não tem nada a ver com religião e rituais, mas com um relacionamento com Jesus. Você sabe que Jesus não apenas ama você, ele gosta de você.
> Depois que você fica legal com Deus, você precisa se acertar com os outros. Foi Jesus quem nos disse isso. Ele nos convidou a amar a Deus de todo o nosso coração e também amar os outros como a nós mesmos. Quando você tem uma renovação relacional na igreja, a fofoca desaparece e a alegria se levanta. Como saber que a igreja está experimentando uma renovação relacional? As pessoas não saem correndo do culto. Querem passar tempo juntas. Se as pessoas não querem sair voando do culto, você tem um show, não uma igreja. A igreja é mais que diversão: é uma comunidade.
3. Renovação missiológica: Isso acontece quando uma igreja descobre o que Deus quer dela. Temos um compromisso com o reino. Não estamos aqui apenas para abençoar uns aos outros. Deus quer abençoar o mundo por nosso intermédio. Deus deu à igreja cinco propósitos: adoração, comunhão, discipulado, ministério e evangelização. A renovação missiológica acontece quando centramos a igreja nesses propósitos. Quando sua igreja conseguir uma renovação pessoal, relacional e missiológica, ela vai crescer.
4. Renovação cultural: Nesse estágio, Deus renova a cultura da igreja. Conheço pastores que têm tentado mudar a cultura da igreja sem passar pelas três renovações anteriores. Há uma palavra para isto: martírio. Você não pode mudar a cultura da igreja. Só Deus. No entanto, uma vez terem acontecido as três renovações anteriores, Deus agirá na questão cultural de sua igreja.
5. Renovação estrutural: Depois que sua igreja passou pelas quatro primeiras renovações, começa a renovação da estrutura. É líquido e certo. Aconteceu em nossa igreja. A estrutura que funciona para uma igreja de 100 membros não funciona para uma de 250 e assim por diante. Não há estrutura perfeita na Bíblia. Por quê? Cada situação é diferente. Precisamos estruturar nossas igrejas em função das circunstâncias. Mudamos as estruturas todo ano em nossa igreja. Você não pode pôr vinho novo em odres velhos. Tão logo sua igreja começa a ficar saudável, sua estrutura tem que mudar.
6. Há uma sexta renovação, mas ela não acontece na igreja local. A renovação institucional acontece quando as instituições cristãs mudam. Instituições como seminários e denominações são as últimas a mudar; elas nunca começam o processo de mudança. A mudança sempre acontece primeiro na igreja local. As instituições existem para preservar a mudança para a próxima geração. Olhe para uma árvore. Seu crescimento nunca acontece no tronco. É sempre nos galhos. As instituições são como troncos. Elas garantem a estabilidade, não a inovação.
Há um grande despertamento espiritual no horizonte. Sua igreja será parte dele? Conscientize-se desses seis estágios da renovação. Como pastor, Deus o chamou como um catalisador da mudança em sua igreja. Você não pode fazer isto sem que sua igreja esteja nesta jornada.
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Fonte: Revista Enfoque - Edição 84 - JUL / 2008
Nos últimos três anos, tenho repetido que creio que Deus está preparando a igreja para outra reforma. A primeira reforma pôs o foco no que a igreja cria; agora o foco estará no que ela faz.
Temos separado por muito tempo a Palavra de Deus da obra de Deus. Como igreja, somos chamados para ser o corpo de Cristo – o corpo todo. Não somos chamados para ser apenas a boca de Cristo, mas os pés e as mãos também.
Toda vez que acontece uma reforma, seis renovações a antecedem. O despertamento e a reforma da igreja global começarão com igrejas como as nossas. Os seis passos listados abaixo precederão este movimento em nossas igrejas.
1. Renovação pessoal: Ela começa com o coração. Se Deus for renovar sua igreja, ele começará com a sua e depois continuará com o resto da igreja. Desafie sua igreja à renovação da sua vida e a estar cheia do Espírito. Eis o divisor de águas: você precisa amar a Jesus novamente. Sua vida não tem nada a ver com religião e rituais, mas com um relacionamento com Jesus. Você sabe que Jesus não apenas ama você, ele gosta de você.
> Depois que você fica legal com Deus, você precisa se acertar com os outros. Foi Jesus quem nos disse isso. Ele nos convidou a amar a Deus de todo o nosso coração e também amar os outros como a nós mesmos. Quando você tem uma renovação relacional na igreja, a fofoca desaparece e a alegria se levanta. Como saber que a igreja está experimentando uma renovação relacional? As pessoas não saem correndo do culto. Querem passar tempo juntas. Se as pessoas não querem sair voando do culto, você tem um show, não uma igreja. A igreja é mais que diversão: é uma comunidade.
3. Renovação missiológica: Isso acontece quando uma igreja descobre o que Deus quer dela. Temos um compromisso com o reino. Não estamos aqui apenas para abençoar uns aos outros. Deus quer abençoar o mundo por nosso intermédio. Deus deu à igreja cinco propósitos: adoração, comunhão, discipulado, ministério e evangelização. A renovação missiológica acontece quando centramos a igreja nesses propósitos. Quando sua igreja conseguir uma renovação pessoal, relacional e missiológica, ela vai crescer.
4. Renovação cultural: Nesse estágio, Deus renova a cultura da igreja. Conheço pastores que têm tentado mudar a cultura da igreja sem passar pelas três renovações anteriores. Há uma palavra para isto: martírio. Você não pode mudar a cultura da igreja. Só Deus. No entanto, uma vez terem acontecido as três renovações anteriores, Deus agirá na questão cultural de sua igreja.
5. Renovação estrutural: Depois que sua igreja passou pelas quatro primeiras renovações, começa a renovação da estrutura. É líquido e certo. Aconteceu em nossa igreja. A estrutura que funciona para uma igreja de 100 membros não funciona para uma de 250 e assim por diante. Não há estrutura perfeita na Bíblia. Por quê? Cada situação é diferente. Precisamos estruturar nossas igrejas em função das circunstâncias. Mudamos as estruturas todo ano em nossa igreja. Você não pode pôr vinho novo em odres velhos. Tão logo sua igreja começa a ficar saudável, sua estrutura tem que mudar.
6. Há uma sexta renovação, mas ela não acontece na igreja local. A renovação institucional acontece quando as instituições cristãs mudam. Instituições como seminários e denominações são as últimas a mudar; elas nunca começam o processo de mudança. A mudança sempre acontece primeiro na igreja local. As instituições existem para preservar a mudança para a próxima geração. Olhe para uma árvore. Seu crescimento nunca acontece no tronco. É sempre nos galhos. As instituições são como troncos. Elas garantem a estabilidade, não a inovação.
Há um grande despertamento espiritual no horizonte. Sua igreja será parte dele? Conscientize-se desses seis estágios da renovação. Como pastor, Deus o chamou como um catalisador da mudança em sua igreja. Você não pode fazer isto sem que sua igreja esteja nesta jornada.
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Fonte: Revista Enfoque - Edição 84 - JUL / 2008
A Igreja Hoje - Dr. Russel Shedd
Por que ser membro dela?
É maravilhoso ser membro da Igreja de Jesus Cristo! Ele prometeu, durante seu ministério na terra, que edificaria sua Igreja. A Igreja teve seu início miraculoso com a descida poderosa do Espírito Santo e continua crescendo com sua atuação regeneradora. Ninguém faz parte da Igreja de Jesus Cristo sem nascer do Espírito. Ela é um povo exclusivo de Deus, foi escolhida livremente pela sua graça antes da fundação do mundo e existe inteiramente para sua glória e prazer.
A palavra “invisível” descreve a Igreja universal. Parece infeliz porque sugere uma idéia platônica, isto é, que a Igreja pode existir sem uma expressão visível. Os Reformadores desenvolveram esta descrição para manter o princípio, contra Roma, de que a Igreja está fundamentada na graça livre de Deus. Foi assim que os apóstolos enxergaram o povo redimido – do império das trevas – e transportado para o Reino do seu Filho amado. Somente Deus sabe quem realmente lhe pertence; portanto, invisível para nós.
Para se tornar parte da Igreja, a Bíblia exige confissão pública, normalmente no batismo, e uma fé genuína na ressurreição histórica de Jesus dentre os mortos. Não há garantia de que os que confessaram o nome do Senhor e “creram nEle” foram realmente regenerados. A confirmação da fé salvadora de um membro da Igreja de Jesus Cristo vem através do amor de Deus derramado nos corações dos salvos e a perseverança no caminho. Declara o autor de Hebreus: “Pois passamos a ser participantes de Cristo, desde que, de fato, nos apeguemos até o fim à confiança que tivemos no princípio” (3.14 – NVI).
A Igreja é um templo, disse Paulo, querendo dizer com isso que Deus habita no meio de sua família na terra, tal como habitava no Santo dos Santos no templo de Salomão. Para Pedro, a Igreja é representada por uma casa espiritual edificada com pedras vivas porque chegaram à Pedra Viva (Jesus). A Igreja é um campo com plantas (pessoas) que têm qualidades que o Espírito desenvolve para demonstrar seu amor: “alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl 5.22,23).
A Igreja ganhou o título de família de Deus pelo fato de que Ele adotou os membros como filhos. A fraternidade dos “irmãos” da Igreja deve ser uma expressão do relacionamento familiar que une os que gozam do direito de fazer parte dessa nova “raça eleita”. Ela também é um “novo homem” com ambições distintas dos homens da raça de Adão e Eva.
Tristemente, não podemos concordar com todas as posturas de todos os líderes humanos que pastoreiam mais de um milhão e meio de igrejas locais no mundo inteiro. Alguns deles ensinam doutrinas antibíblicas e promovem práticas opostas às que Deus propõe para sua Igreja. A infidelidade dos membros não nega a finalidade de Deus em resgatar pecadores das garras satânicas, dando-lhes vida pela graça recebida por fé. Deus “nos escolheu nele antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença” (Ef 1.4).
Ortodoxia doutrinária que produz igrejas que apresentam a imagem de Cristo não pode ser definida com absoluta precisão. No entanto, o alvo que Paulo declarou para os colossenses deve ser a ambição principal de todos os que amam ao Senhor Jesus de verdade. “Nós o proclamamos, advertindo e ensinando a cada um com toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo” (1.28). Foi o mesmo interesse que Jesus teve logo antes de sua ascensão: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo que eu lhes ordenei” (Mt 28.19,20).
CONCLUSÃO
As aberrações doutrinárias e desvios nas práticas comprovam a vulnerabilidade da igreja no mundo pós-moderno. Jesus estava consciente do perigo que a igreja correria quando levantou a questão da fé existir ou não na terra quando Ele voltar. Como a igreja de Laodicéia, que não reconhecia sua condição miserável, digna de compaixão, pobre, cega e nua, as igrejas contemporâneas são suscetíveis às tentações mundanas e a viverem longe dos alvos do seu Senhor. Que Deus graciosamente mostre misericórdia para com sua Igreja, enviando líderes e membros comprometidos com as ordens que Ele passou para ela através de seus apóstolos e profetas há dois mil anos.
É maravilhoso ser membro da Igreja de Jesus Cristo! Ele prometeu, durante seu ministério na terra, que edificaria sua Igreja. A Igreja teve seu início miraculoso com a descida poderosa do Espírito Santo e continua crescendo com sua atuação regeneradora. Ninguém faz parte da Igreja de Jesus Cristo sem nascer do Espírito. Ela é um povo exclusivo de Deus, foi escolhida livremente pela sua graça antes da fundação do mundo e existe inteiramente para sua glória e prazer.
A palavra “invisível” descreve a Igreja universal. Parece infeliz porque sugere uma idéia platônica, isto é, que a Igreja pode existir sem uma expressão visível. Os Reformadores desenvolveram esta descrição para manter o princípio, contra Roma, de que a Igreja está fundamentada na graça livre de Deus. Foi assim que os apóstolos enxergaram o povo redimido – do império das trevas – e transportado para o Reino do seu Filho amado. Somente Deus sabe quem realmente lhe pertence; portanto, invisível para nós.
Para se tornar parte da Igreja, a Bíblia exige confissão pública, normalmente no batismo, e uma fé genuína na ressurreição histórica de Jesus dentre os mortos. Não há garantia de que os que confessaram o nome do Senhor e “creram nEle” foram realmente regenerados. A confirmação da fé salvadora de um membro da Igreja de Jesus Cristo vem através do amor de Deus derramado nos corações dos salvos e a perseverança no caminho. Declara o autor de Hebreus: “Pois passamos a ser participantes de Cristo, desde que, de fato, nos apeguemos até o fim à confiança que tivemos no princípio” (3.14 – NVI).
A Igreja é um templo, disse Paulo, querendo dizer com isso que Deus habita no meio de sua família na terra, tal como habitava no Santo dos Santos no templo de Salomão. Para Pedro, a Igreja é representada por uma casa espiritual edificada com pedras vivas porque chegaram à Pedra Viva (Jesus). A Igreja é um campo com plantas (pessoas) que têm qualidades que o Espírito desenvolve para demonstrar seu amor: “alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl 5.22,23).
A Igreja ganhou o título de família de Deus pelo fato de que Ele adotou os membros como filhos. A fraternidade dos “irmãos” da Igreja deve ser uma expressão do relacionamento familiar que une os que gozam do direito de fazer parte dessa nova “raça eleita”. Ela também é um “novo homem” com ambições distintas dos homens da raça de Adão e Eva.
Tristemente, não podemos concordar com todas as posturas de todos os líderes humanos que pastoreiam mais de um milhão e meio de igrejas locais no mundo inteiro. Alguns deles ensinam doutrinas antibíblicas e promovem práticas opostas às que Deus propõe para sua Igreja. A infidelidade dos membros não nega a finalidade de Deus em resgatar pecadores das garras satânicas, dando-lhes vida pela graça recebida por fé. Deus “nos escolheu nele antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença” (Ef 1.4).
Ortodoxia doutrinária que produz igrejas que apresentam a imagem de Cristo não pode ser definida com absoluta precisão. No entanto, o alvo que Paulo declarou para os colossenses deve ser a ambição principal de todos os que amam ao Senhor Jesus de verdade. “Nós o proclamamos, advertindo e ensinando a cada um com toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo” (1.28). Foi o mesmo interesse que Jesus teve logo antes de sua ascensão: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo que eu lhes ordenei” (Mt 28.19,20).
CONCLUSÃO
As aberrações doutrinárias e desvios nas práticas comprovam a vulnerabilidade da igreja no mundo pós-moderno. Jesus estava consciente do perigo que a igreja correria quando levantou a questão da fé existir ou não na terra quando Ele voltar. Como a igreja de Laodicéia, que não reconhecia sua condição miserável, digna de compaixão, pobre, cega e nua, as igrejas contemporâneas são suscetíveis às tentações mundanas e a viverem longe dos alvos do seu Senhor. Que Deus graciosamente mostre misericórdia para com sua Igreja, enviando líderes e membros comprometidos com as ordens que Ele passou para ela através de seus apóstolos e profetas há dois mil anos.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Quem sou eu?
Pr. Edmur Rico Penteado
Pastor Titular da Igreja do Nazareno de Atibaia desde Setembro de 2005.
Natural de Campinas (SP), nascido em 23 de Março de 1980. Filho de Vera Lúcia Verdu Rico Penteado e José Odair Leite Penteado, tem dois irmãos: Felipe e Gustavo Rico Penteado. Casado com Roberta Pereira Rico Penteado , em 14/07/2007.
História de Conversão
" Minha carreira cristã começou quando o meu primo Márcio me convidou para um acampamento de jovens em Furnas – MG. Neste acampamento, no dia 14 de Julho de 1993, eu encontrei com Jesus Cristo e me entreguei totalmente para Ele ser o Senhor e Salvador da minha vida. Fui batizado em 14 de Fevereiro de 1994, na represa da Fazenda Salto – Furnas (MG). E em 1999 eu comecei o seminário na Igreja do Nazareno".
Ministérios:
Líder em Alvo da Mocidade (1995 até 1998).
Líder no ministério de Adolescentes e Jovens – Igreja do Nazareno Central de Campinas (1999 até 2002).
Implantação do trabalho Nazareno em Atibaia (2002 até 2004).
Pastor auxiliar na Igreja do Nazareno Jd. Rosolém – Hortolândia (2005).
Pastor Titular da Igreja do Nazareno de Atibaia desde Setembro de 2005.
Professor do seminário Nazareno desde Setembro de 2008.
Livros escritos:
Um Abrigo Seguro (2002).
Derramamento do Espírito Santo (2001).
Vencendo as Batalhas (2001).
Formação Acadêmica:
Mestrando em Ciências da Religião com ênfase em Missão da Igreja - Sendas/Unela - Costa Rica (Desde Maio 2008).
Graduação em Teologia – Faculdade Teológica Nazarena (2002).
Tecnológo em Processamento de Dados – UNESP – FATEC Americana (2004).
Bacharel e licenciado em História - Puc Campinas (2008).
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
A igreja Que ministra ao mundo
Exposição de pensamentos sobre uma igreja pós-moderna que ministra as necessidades da comunidade, com uma visão biblíca.
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